Hoje, a Ressonância Magnética é um dos melhores exames disponíveis para identificar, com precisão, tumores, doenças degenerativas, coágulos e traumas, sendo de grande importância para guiar cirurgiões em procedimentos invasivos. Ressonância magnética e o câncer Falando especificamente da sua utilização em casos de suspeita de câncer, a ressonância magnética pode ser uma grande aliada no combate à doença. Ela é capaz de diagnosticar alguns tipos de câncer e diferenciar tumores entre benigno e maligno. Nos cânceres cerebrais, por exemplo, o exame mostra-se extremamente eficaz quando realizado junto com a administração de um contraste. Alguns equipamentos de ressonância magnética possuem bobinas específicas para análise das mamas. Ela não é utilizada separadamente, mas, quando aliada à mamografia, é uma ótima ferramenta de detecção de câncer de mama em mulheres com alto risco de desenvolver a doença. Seu papel durante o acompanhamento do paciente também é importante, podendo constatar com mais precisão coisas como o tamanho do tumor e a existência de outros tumores na mama. Além disso, dá ao médico a possibilidade de a utilizar para checar se houve disseminação do câncer. Como funciona o exame? Para que você entenda melhor, destrinchamos o procedimento em algumas partes: O paciente é deitado em uma maca, que desliza para dentro do tubo; Se necessário, o médico pede para o paciente ingerir um meio de contraste (ou administra-o por via intravenosa); Ao entrar em funcionamento, a máquina registra as imagens; Em alguns momentos, o técnico pede que o paciente prenda a respiração durante um curto período de tempo. Pré-exame Como é comum a outros exames, o paciente precisa estar em jejum de seis horas. Na hora da ressonância, objetos metálicos devem ser deixados do lado de fora. Não são permitidos acessórios como brincos, pulseira e relógio. Efeitos colaterais De forma geral, o exame é seguro e indolor, sem muitas complicações, mas algumas situações específicas podem causar pequenos efeitos. Há pacientes que podem apresentar reações alérgicas ao contraste, sentindo coceiras, ardências, náuseas ou dor no local da aplicação. O contraste também gera uma leve sensação de calor no corpo, que costuma desaparecer em um ou dois minutos. Em casos mais raros, algumas tintas utilizadas em tatuagens podem conter ferro e serem aquecidas durante o exame. É importante informar ao técnico o uso de dispositivos médicos que possam interferir no exame, como marca-passo e implantes metálicos. O HSFA possui uma Ressonância Magnética de 1.5 Tesla, o mesmo equipamento encontrado nos maiores centros diagnósticos do mundo, garantindo segurança e qualidade técnica. Referências: Ressonância Magnética (RM). Minha Saúde (IG) [Internet]. Ressonância Nuclear Magnética. Instituto Vencer o Câncer [Internet]. 4 set 2013.